terça-feira, 15 de setembro de 2015

JOAQUIM LEVY E A POLITICA DE ESTABILIZAÇÃO ECONÔMICA DO PEGA-VARETAS.

Tenho dito que a politia fiscal e monetária posta em prática pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy, nada mais é que os velhos receituários recessivos e opressores do FMI que os brasileiros tantos conhecem.
A violência do ajuste macroeconômico, visa, como sempre visou, atender aos interesses dos rentistas nacionais e transnacionais fazendo de conta que a preocupação é com o povo.
Já dizia o rei Salomão:
"...a voz do povo ninguém ouve.."
Se ouvisse, a insatisfação popular com a atual conjuntura econômica já teria mudado - o povo é invisível para quem governa, exceto em ano eleitoral - mas bastou a nota de rebaixamento no rating da agência Stardard & Poor's inviabilizando investimentos no Brasil e por em duvida a capacidade do país em honrar seus compromissos com a banca nacional e internacional através do seu Fundo Soberano que o Planalto entrou em polvorosa.
A politica de cortar despesas e gastos do governo em outras palavras é:
- Parem de crescer, de investir e de atender as demandas sociais e paguem o que me devem.
Frase típica dos agiotas.
E neste mantra de cortar daqui e dali em um espiral que parece sem fim, o ministro Levy deixa transparecer que deixou toda a sua carga de conhecimento sobre economia adquirido na Escola de Chicago em troca da lúdica solução do "Jogo de Pega Varetas".
E todos sabem como funcionava o tal jogo, as varetas vão acabar -  cortar, cortar e cortar gastos e despesas e no final vai  faltar varetas para se cortar.
Quando isso ocorrer os salários, renda dos trabalhadores e os programas sociais serão a bola da vez.
A presidenta Dilma Roussef pode ser inflexível,durona e obstinada com os seus ministros, secretários e o Congresso Nacional mas como o seu empregador, o seu patrão que é o povo,não!
Se o povo não sair às ruas e dizer para o Planalto quem manda, as coisas só vão piorar.
José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

OU MUDA OU SAI.

Se o governo da presidenta Dilma Rousseff não mudar a atual conjuntura econômica - não falo da politica - que devolva a esperança as famílias, aos trabalhadores e quem produz riquezas dificilmente ela chegará até o final do ano no poder.

E o problema não é abreviar o mandato da presidenta é como se dará a sua saída, dificilmente será um processo de ruptura harmonioso e democrático - pode se repetir 64 com lutas pontuais de guerrilha país afora.

Um governo enfraquecido é um crime contra os pobres e,ainda mais, quando quem governa acha que não pode fazer diferente do que tem sido feito até então.

Já dizia Einstein:

"O impossível existe até que alguém duvide dele e prove o contrário".

O golpe de 64 forjou o que há de pior em um povo, a passividade e a falta de resistência.
Uma nação em que as pessoas pouco leem e quando o fazem dificilmente entendem o texto, por isso a predileção pelas informações prontas dos telejornais e rádios.

Esse foi outro erro do PT deixar de por em prática a "Lei de Meios"  

Mídia que traz a mente do povo cativa como gado, as informações e notícia e a sua interpretação chegam aos ouvidos prontas, sem a necessidade de raciocinar apenas se reverbera o que viu ou ouviu através da grande mídia.

O brasileiro tem dois pais, o pai e a mãe biológico, e os pais bastardos, a Rede Globo e a Revista Veja que incute na mente de grande parte dos brasileiros o seu modo "editorial" de pensar.

O ano de 2015 vai ser um ano perdido e o que não pode é a presidenta antecipar 2016 com mau agouro, com mais recessão e empobrecimento do país.


Quando o povo tomar conhecimento que o poder pertence a ele e não quem ocupa cargo eletivo as coisas vão mudar de verdade neste país.

Por isso entra governo, sai governo e o pobre só muda de dono...
Se outro entrar no lugar da presidenta - e espero que seja da esquerda, e que seja, porque será melhor para a base da pirâmide social - vai provar que é possível fazer diferente de duto que tem sido feito pelo Cavalo de Troia que a presidenta trouxe para o seu governo para detonar a já combalida Contas Nacionais, o ministro Joaquim Levy.

José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.


sábado, 12 de setembro de 2015

JOAQUIM LEVY O FUNCIONÁRIO PADRÃO BRADESCO.


Se há algo que me orgulho dentro da minha militância politica é o fato de não abrir mão do seu senso crítico, de não subverter a minha consciência.

Não sou daqueles de cometer auto-engano, de hora falar uma coisa,depois dizer outra....
Desde as edições das MP's 664 e 665 em dezembro de 2014 com o proposito de contingenciar mais de R$100 bilhões da economia a fim de se cumprir metas do superávit primário que dizia que isto seria o prenuncio de recessão.

Criticava a politica fiscal e monetária do ministro Joaquim Levy que nada mais era que plágios dos velhos receituários contracionistas e recessivos do FMI que os brasileiros tanto conhecem.

O ministro Levy e sua politica macroeconômica estão sendo uma verdadeira desgraça para o país com o aval da presidenta Dilma Rousseff que, enfraquecida, se submete a todos os caprichos dos retintas nacionais e transnacionais.

Senhores companheiros de militância parem com sua luta quixotesca de defender o que é indefensável, a presidenta Dilma junto com o seu ministro da fazenda levam o país para uma situação de default,crash, quebra, com a sua politica de só cortar gastos e despesas sem criar as condições para o país voltar a crescer.

E para que ninguém tenha duvidas se o ministro Levy é ou não um Cavalo de Troia que a presidenta levou para dentro do seu governo, é só ler os jornais de hoje em que se fala do conhecimento prévio que o ministro tinha sobre o rebaixamento que o Brasil teria frente as agências de risco.

Escondeu uma importante informação da sua superior e demais staff do governo.
Continuem ingenuamente dizendo que o país não vive uma crise econômica e financeira enquanto o PT, Dilma e Lula só se preocupam em salvar a própria pele.

José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.



quinta-feira, 10 de setembro de 2015

LEVY A SERVIÇO DO GRANDE CAPITAL: "ZELAI APENAS POR VOSSOS INTERESSES" - MAQUIAVEL.

Dilma Rousseff se mostra enfraquecida e refém de um Congresso Nacional achador que coloca seus interesses pessoais, políticos e partidários acima do Estado Brasileiro.
A presidenta errou ao nomear para assumir o Ministério da Fazenda um nome que apaziguasse e atendesse aos interesses dos rentistas nacionais e transnacionais sem levar em consideração a sua experiência e competência, foi mais uma decisão politica que técnica.
Desde as edições das MP's 664 e 665 que propunham um ajuste fiscal para economizar mais de R$100 bilhões para equilibrar as contas do governo,que previ que a coisa ia ficar feia.
O governo através dos seus gastos é a principal locomotiva para a expansão da economia e quando o governo corta gastos e aumenta os juros a recessão vai bater a porta, não deu outra.
O consumo das famílias e do setor de serviços que juntos respondem por quase R$2 trilhões do nosso PIB de R$5,52 trilhões, vinha caindo desde de 2014 e a cada trimestre essa queda se amplia sinal que o valor corrente destes dois maiores setores importante da economia entrou em recessão de fato e não técnica.
O ministro Joaquim Levy é um agente do grande capital infiltrado no governo que o arruína e o enfraquece a cada dia, a sua política de cortar gastos, despesas e de contingenciar investimentos tem se mostrado ineficaz para se alcançar o equilíbrio das Contas Nacionais.
Embora o ministro Levy tenha se mostrado um grande incompetente na condução da nossa economia, os banqueiros e rentistas exigem a sua permanência no governo a despeito de todo descalabro do déficit orçamentário de 3,64% que fez o governo recorrer ao Tesouro Nacional e,assim, aumentar a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) para pagar principalmente os rentistas nacionais.
O ex-ministro Ciro Gomes desaconselhou a presidenta a nomear Joaquim Levy para ocupar a pasta da Fazenda Nacional, seria um grave erro.
E como disse o jornalista Rodrigo Vianna da Revista Revista Fórum:
"Levy é o Cavalo de Troia que Dilma levou pra dentro do governo. E agora pode ajudar a destroçar o que sobrou de governabilidade."
E nesta queda de braço entre o grande capital e seus 54 milhões de eleitores, o povo perde por nocaute.
José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

CRISTINA KIRCHNER E O ATAQUE AOS BRICS.

Em artigo publicado no Twitter a presidenta da Argentina fala da investida contra os BRICS, do papel do Financial Times Journal em reverberar conceitos e opiniões da elite mundial que critica a China por ter adotado um modelo econômico pautado nas exportações de produtos, serviços e capital em prejuízo do consumo interno enquanto o Brasil adotou o modelo inverso, que apoiou essencialmente a sua economia no consumo interno.

A Rússia refém das exportações de petróleo, a Índia amarrada as suas burocracias antagônicas e a África do Sul pouco dinamismo industrial e comercial.

Cristina Kirchner ainda usa de palavras duras contra o porta-voz da elite mundial quando tenta imputar responsabilidades aos BRICS pela desaceleração da economia global - crise criada pelos EUA através da bolha imobiliária via crédito subprime, crise iniciada em 2008 e ainda não superada pela Europa, o próprio EUA e o resto do mundo.

Como alguém já disse, os EUA é o principal empecilho para o crescimento mundial e além de não possibilitar a ascensão dos países periféricos criam dificuldades para o seu desenvolvimento.

Os BRICS é alvo dos seus ataques porque teme que as articulações do grupo façam com que  o dólar deixe de ser a moeda de reserva mundial - e  os BRICS se alinham neste sentido por isso a Casa Branca põe em prática a sua geopolítica dos 3 T's que envolve desestabilização econômica ou guerras, ver Rússia x Ucrânia, queda da Bolsa Pequim e desaceleração econômica do Brasil e disputas politicas. 

José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O FASCISMO DO MEDIEVALISMO JURÍDICO BRASILEIRO.

De muito se sabe que a indignação do brasileiro só funciona com o combustível da grande imprensa.

O senador Fernando Collor fez graves denuncias contra o procurador-geral da Republica Rodrigo Janot que, no mínimo, precisariam ser investigadas.

Não obstante, o caráter duvidoso do politico alagoano ainda,assim, não invalida de modo algum as suas acusações.

Um judiciário praticamente sem o controle externo e com ares da Inquisição Espanhola através do seu Tribunal de Exceção, se faz necessário que os movimentos sociais e as massas se articulem para frear as arbitrariedades do poder judiciário senão o fascismo do medievalismo jurídico a favor das elites vai se apoderar do Estado Brasileiro.

José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.