quinta-feira, 23 de abril de 2015

Papa reitera que não aceitará embaixador francês gay no Vaticano

Quando leio matérias como essa em portais de notícias como o Yahoo,percebo que o Papa Francisco não passa de um garoto propaganda da Santa Sé.
Conheço ex-sacerdote Apostólico  Romano, que assistiu ao Papa João Paulo II e me confidenciou um percentual arbitrado por ele dentro do clero romano que se enquadram dentro da  "não aceitação" do Papa Francisco vinda do embaixador francês indicado para o Vaticano.
Uma pessoa inteligente como todo sacerdote católico - "comedor" de livros,que fala latim,italiano e espanhol.
Sabia do meu caráter e por isso se abria comigo.
Segundo este, possivelmente, mais de 70% do clero de Roma deveria ser preterida pelo mesmo motivo que o Papa Francisco diz não aceitar o embaixador francês em Roma.
Uma pessoa que já usou batina em Roma, esteve próxima ao alto clero ,contudo, não conseguiu conciliar a diferença entre a pregação e a prática e por isso abandonou o sacerdócio.






quarta-feira, 22 de abril de 2015

A PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF TERCEIRIZOU O GOVERNO?

A estratégia da oposição contra o governo da presidenta Dilma tem sido de promover a confusão para gerar o caos no país.

Se aproveitam da fragilidade do governo face a sua politica fiscal contracionista que tem exigido muito de pequenos e médios empresários, bem como, da classe trabalhadora - ajuste fiscal que tem desagradado ha muitos devido a diminuição da atividade econômica.

O Planalto estava com dificuldades para encontrar um nome para a coordenação política do governo a fim de barrar as derrotas que vinha sofrendo  no Legislativo Federal.

Haja vista que, o presidente da Câmara dos Deputados Federais, Eduardo Cunha -  um desafeto declarado do governo petista - vinha contrariando o governo ao priorizar votações de PL's  que o Planalto não via com bons olhos.

E o presidente do senado federal também dava sinais de sinergia com o seu colega de partido, o PMDB.

A presidente agiu com sabedoria ao convidar o vice-presidente da república e presidente do PMDB Nacional, Michel Temer, para assumir esta função.

A indicação da presidenta serviu para arrefecer os efeitos da crise política - e ao que parece, tem dado certo.

Para a oposição o governo ao fazer isso abriu mão de governar, foi o que declarou o líder dos Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE).

Bom para o governo, ruim para a oposição.

Alguns líderes da oposição e setores empresariais ligados a eles, veem,também, a entrega do comando da economia ao ministro Joaquim Levy como outro indicativo da terceirização do governo.

Mas não seria o ministro Levy o responsável pela nossa riqueza,renda e dinheiro?

Estranho seria se o governo entregasse a nossa economia ao Ministro da Pesca.

O fato do ministro está muito em evidência é porque a sua pasta tem sido mais exigida para se resolver o problema do desarranjo das contas nacionais.

Se estivéssemos em guerra contra inimigos interno ou externo, quem estaria em evidência seria o ministro da defesa, simples assim.

Nessa queda de braço entre governo e oposição quem sai perdendo é o país e ao que tudo indica os oposicionista acreditam que os meios justificam seus fins.

Ou seja, impedir a qualquer custo  uma nova vitória do PT em 2018.

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.







terça-feira, 21 de abril de 2015

SÉRGIO MORO & JOAQUIM BARBOSA, O ZORRO E O BATMAN A SERVIÇO DA INJUSTIÇA.

Já dizia o primeiro-ministro francês François Guizot no século XVIII:

" Quando a política entra no recinto dos tribunais, a justiça se retira por outra"

E quando a justiça sai, a injustiça entra.

O grande jurista baiano, Rui Barbosa, afirmava:

"A injustiça revolta-me, transmuda-me, incendeia-me, roubando-me a tranquilidade e a estima pela vida."

É praticamente impossível deixar de perceber a parcialidade de parte do nosso judiciário na condução de processos de justiça de cunho político que envolvam o Partido dos Trabalhadores contaminados de pré-julgamentos, em flagrante desrespeito a uma cláusula pétrea da justiça sobre o principio da imparcialidade, até porque, justiça é o respeito à igualdade de todos os cidadãos.

Não estou aqui pedindo que se solte Barrabás mas que se cumpra a lei e que se dê aos réus o direito a ampla defesa, ao contraditório em um julgamento justo e sem vícios e, acima de tudo, imparcial.

Há uma sabedoria popular que diz:

No Brasil, dizem que tem "lei que pega" e "lei que não pega"

A Constituição, por exemplo, não pegou.

Haja vista que, os senhores Sérgio Moro e Joaquim Barbosa não se sentem ou se sentiram constrangidos ou envergonhados em usarem balanças viciadas para pesar os réus da AP 470 e da Operação Lava Jato a fim de preservar àqueles que mais se identificam politico e ideologicamente com os seus interesses particulares.

Como suas manobras,cerceamentos e parcialidades tentaram e tentam impor na mente do brasileiro mediano o sofisma de que são baluartes ou defensores poderosos da Lei.

Ledo engano, com a sua "Fiat justitia ruat caelum", justiça ainda que o céu caia, querem provocar o caos no país e,assim, acelerarem um golpe branco engendrado já há algum tempo para retirar o PT do poder.

Em todos os processos de investigação de escândalos dos últimos 13 anos foram encontrado nas cenas dos crimes DNA dos tucanos, contudo, o tratamento dispensado para os psdbistas envolvidos é de "amicus curiae", amigos da corte.

Não se investiga com profundidade, se arquiva, se anula todo tipo de provas e processos daqueles que estão acima da Lei. 

In verbis, nestas palavras.

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.














segunda-feira, 20 de abril de 2015

AÉCIO NEVES E A SÍNDROME DE CAPGRAS.

Um olhar atento sobre as ações do senador tucano Aécio Neves, é possível perceber que a derrota apertada para a presidenta Dilma Roussef no ultimo pleito eleitoral mexeu com o psiquismo do político  e, de certa forma, ele deixa transparecer que se lhe abriu uma porta para os problemas psicológicos.

A sua insatisfação e revolta por não ter tido êxito nas urnas é algo que o senador não consegue esconder - está patente a olhos vistos.

No início as suas ambições golpistas eram veladas, adotava o estilo morde e assopra - conspirava, articulava e instigava nos bastidores um golpe branco contra a presidenta eleita e depois buscava os holofotes da grande mídia para "assegurar" a sua opção pelo respeito a democracia - só fachada.

Depois que o TCU ter dito que a presidenta Dilma pode ser responsabilizada por crime de manobra fiscal, fez reacender em Aécio Neves a pressão pelo pedido de impeachment da presidenta.

O senador desde que começou o ano legislativo não tem feito outra coisa senão atacar de modo ostensivo,contínuo e rasteiro a representante do executivo federal.

O seu desempenho parlamentar é pífio no senado federal e tende a continuar assim devido a sua ideia fixa de quem deveria ser o presidente da republica era ele, não Dilma.

Sinal claro que o jovem político pode ter desenvolvido a Síndrome de Capgras, uma desconexão entre áreas do cérebro que produz a crença ilusória de que alguém próximo foi substituído por um impostor idêntico.

Ou seja, o senador tucano ver a presidenta petista como uma impostara devido ao trauma psico-emocional sofrido nas eleições passada.

Lamentável.

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.





  





INCUTIR O MEDO NO MERCADO COMO FORMA DE GANHAR DINHEIRO.

O método da Empiricus Research para vender os seus serviços de consultoria econômica é plagiando as ações do bispo Edir Macedo para tirar dinheiro dos seus fiéis.
Incuti-se o medo no psiquismo das pessoas e depois vem com o envelope da "solução".
O bispo usa o mal,o capeta, como pretexto para auferir o lucro fácil e para a  Empiricus Research o mal, o demônio, se chama Lula, Guido Mantega, Dilma e o PT para tirar proveito dos empresários temerários sobre o futuro da nossa economia e o envelope é substituído por boletos bancários com valores "generosos".
Quem levar a sério os seus agouros não bota o pé fora de casa e não investe nem em ouro em pó a R$10,00 o quilo.

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.

A INDUSTRIA BÉLICA COMO FOMENTADORA DE INOVAÇÕES CIENTIFICAS E TECNOLÓGICAS.

Não é preciso ir muito longe na História a fim de se concluir a importância das pesquisas e invenções militares que tiveram emprego prático na sociedade civil.

Como o forno microondas, GPS, câmeras digitais, controle do tráfego aéreo através do radar, computadores, ultra-sonografia, panela de teflon, enfim, um grande números de produtos criados para fins militares e depois adaptados para o uso civil.

A industria nacional voltada para o uso civil ainda não conseguiu tirar o Brasil da condição de país exportador de commodities para país exportador de tecnologia ou de valor agregado.

As commodities representam 80% das exportações brasileiras ou mais de 41% do PIB, o que torna a nossa economia e moeda fracos em razão da dependência da volatilidade dos preços desses produtos no mercado externo.

Países como a Alemanha e a Suíça que não produzem um pé de café ou de cacau, compram commodities desses produtos do Brasil e exportam café e cacau industrializados e ganham,até, 10 vezes mais o valor que foi pago pelo produto primário.

O fortalecimento da industria bélica nacional poderá mudar este quadro, através das suas pesquisas e inovações tecnológicas transferidas para a iniciativa privada.  

O Brasil precisa criar  o seu Vale do Silício se quiser efetivamente ser uma grande potência mundial com uma economia sólida, foi assim com a China e a Coréia do Sul.

A própria exportações de produtos militares já ajudariam a mudar este quadro de país exportador de produtos primários e melhorar os resultados da nossa Balança Comercial - um exemplo disso é o comércio bélico americano que abocanha mais de 78% das exportações mundiais e com ele, uma fortuna em dólares maior que o PIB de muitos países da África e da América Latina juntos.

Os resultados desses investimentos são de médio a longo prazo mas quanto antes o Brasil começar a investir, mais cedo os resultados vão aparecer.

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.

  









domingo, 19 de abril de 2015

AS POLICIAS MILITARES COMO INSTRUMENTO DA EUGENIA E DO HIGIENISMO SOCIAL.

Escrever sobre um tema complexo em, no máximo, 15 linhas, é um exercício de contorcionismo e demonstração da capacidade de objetividade e clareza.

Mas alguém já disse que o "princípio" é um bom lugar para se começar.

Sendo,assim, falar de polícia na Bahia ou no Brasil é buscar referências na História do Brasil.

A criação das polícias militares datam do início da Casa Imperial Brasileira, período da criação das chamadas Guardas Real de Polícia por iniciativa de  Dom João VI, rei de Portugal, quando transferiu a Corte de Lisboa para o Brasil fugindo de Napoleão.

Um rei absolutista, hesitante e apagado que nunca conseguiu viver uma paz duradoura em seu reinado, chega a um novo país de um novo continente cheio de temores.

Não seria um equívoco histórico dizer que as Guardas Real de Polícia surgiram por causa dos temores de um rei que queria assegurar um distanciamento seguro entre a Corte de Lisboa e os nativos brasileiros.

Ou seja, as Guardas Real de Polícia seria o aparelho repressor do estado para manutenção do distanciamento entre ricos e pobres.

Este preâmbulo se fez necessário a fim de dar sustentação ao que irei expor, com o fim da escravidão no Brasil, os casos de violência no país cresceram em face ha uma população de escravos recém-libertos sem nenhuma reparação e jogados a própria sorte no mundo.

A insatisfação dos antigos senhores de escravos levava a polícia a praticar os tribunais de exceção, julgando e sentenciando a morte os negros envolvidos em supostos crimes através de execuções sumárias legitimadas pelo pré-conceito racial.

Daí em diante a coisa não mudou muito, os casos mais emblemáticos ocorrem na Bahia, o estado com a maior população negra fora da África, onde ocorre um grande numero de morte de jovens e adolescentes negros.

Para não enumerar os vários casos de violência policial contra a população negra do estado - que não são poucos - e  a fim de ser sucinto, citarei apenas o caso dos 12 jovens mortos no bairro do Cabula em Salvador, no início de fevereiro de 2015.

É bom que se registre que alguns dos jovens mortos estavam, de fato, envolvidos com o mundo do crime mas o que se discute são os Tribunais de Exceção em flagrante desrespeito ao Estado Democrático de Direito, onde os acusados têm direito a ampla defesa e a um julgamento justo e imparcial.

Segundo testemunhas as vítimas se achavam rendidas e desarmadas quando foram flagradas durante a abordagem policial, e que os tiros foram disparados sequenciadamente para o extermínio desses jovens.

Este caso envolve a OAB, MPBA, entidades do Movimento Negro e abrange a ONU que deve interpelar o Brasil perante os tribunais penais internacionais, já que trata o caso como genocídio.

É cresce,também, o pedido de aprovação da PL 4471/12 que pede o fim dos "Autos de Resistência" criado durante a Ditadura Militar, que proibia a investigação de crimes de homicídios cometidos por policias militares.

A chacina ocorrida no bairro do Cabula em Salvador tem alguma semelhança com o assassinato de 69 negros ocorrido em Sharpeville  na África do Sul em março de 1960, durante o governo do primeiro-ministro Hendrik Verwoerd, foram tiros disparados sem aviso prévio ou justificativa e a maioria das vítimas baleada pelas costas.

Inegável dizer, que a policia no Brasil ainda traz o "ranço" histórico do por quê da sua origem e criação - e quando quem está no governo ressuscita este gene adormecido através do incentivo a repressão arbitrária e violenta este cíclo fica difícil de ser quebrado. 

Quem não se lembra do velho cacique da Bahia e da sua Guarda Pretoriana?  

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.