domingo, 26 de junho de 2016

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A SUA HISTÓRICA FALTA DE CREDIBILIDADE.

Ter consciência política é precondição para ser politizado e ser politizado requer acompanhar os acontecimentos políticos e econômicos a fim de fazer uma cronologia acertada dos fatos.
Ou seja, sem acompanhar os eventos que envolvem a política é impossível se fazer um comentário contextualizado dentro da razoabilidade de um fato político.
Em uma lista da Odebrecht que chegou ao conhecimento da imprensa e divulgada em março deste ano cita propinas para o judiciário, militares, políticos, MP e Diplomacia.
Lista que o engodo, o embuste, falso herói chamado juiz Sérgio Moro mandou enterrar sob placas de chumbo,aço e concreto armado.
O judiciário brasileiro desde que me entendo por gente nunca gozou do status de ser uma instituição confiável pelos brasileiros - longe disso.....
Uma frase dita pelo senador Roberto Requião serve para desmistificar a imagem equivocada que o brasileiro mediano tem sobre o "sacrossanto" judiciário brasileiro a começar pela sua mais alta Corte, o STF.
Quando declarou com segurança:
"No STF não há deuses"
A frase por si só já diz tudo sem a necessidade de explicações óbvias.
Outro fato é que o Sérgio Machado em sua delação premiada diz ter oferecido propina de verbas publicas da Transpetro para abastecer veículos de comunicações dos barões da mídia nacional e, segundo se diz,o engodo juiz Moro mais uma vez manda lacrar com chumbo, aço e concreto armado esta parte da sua delação isto por algo fácil de descobrir:
- O juiz Sérgio Moro iria por acaso comprar uma briga com quem lhe oferece os holofotes da ribalta para se aparecer a fim de massagear o seu ego fascista com aspirações a ocupar o Palácio do Planalto?
Só lembrando que em 2012 uma  pesquisa feita pela Escola de Direito da FGV apontava que 67% da população vê o judiciário como pouco honesto - isto em 2012 e depois da participação da PF e do STF em situações para lá de nebulosas na desconstrução do governo petista, do PT, de Dilma e Lula, e pior, da sua participação indireta no golpe de estado contra a democracia e a vontade soberana do povo brasileiro expressa nas urnas em 2014 sob a capa de eminência parda mas de fácil identificação da sua participação devido as digitais bem nítidas deixadas nas várias cenas dos crimes cometidos contra o Brasil e o seu povo.
Porém, é bom que se entenda que o judiciário sozinho não poderia subverter o processo democrático do país era preciso a ajuda imprescindível da Rede Globo através das suas mensagens subliminares antes das suas "matérias exclusivas sobre o PT e o seu governo", mensagens com o intuito de levarem as pessoas a  não raciocinarem mais e, assim, já tenham a resposta antes mesmo da "matéria exclusiva" ser exibida na íntegra , ou seja, tratam o telespectador como débeis mentais ao passar a informação sem os detalhes e suas descontextualizações.  
José Carvalho, Salvador, junho de 2016.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

SEM LEVANTE POPULAR O GOLPE JURÍDICO-POLÍTICO E PARLAMENTAR JÁ PREVALECEU.

"Uma revolução não é um mar de rosas. É uma luta de morte entre o futuro e o passado."
                                                       Fidel Castro


Acreditar que o golpe será revertido na votação no Plenário do Senado Federal em agosto é de uma ingenuidade cândida, pura e inocente.
Os senadores que votaram pela admissibilidade do impeachment no senado o fizeram por interesses escusos via negociatas nos porões do submundo da política nacional.
Os interesses privados e particulares dos senhores senadores transcendem aos interesses coletivos e nacionais, a única coisa que lhes movem é o interesse comum pelo fim da Operação Lava Jato.
Pela via republicana o golpe jamais será revertido, só o povo se imbuindo da verdade que todo poder emana dele e em seu nome deve ser exercido é que poderemos impor derrota aos golpistas.
Sem um levante popular de grande proporção o atual quadro de retrocesso político, social e econômico que Temer impôs a nação só vai ganhar corpo devido a passividade e falta de resistência do povo brasileiro.

Ah se meu povo fosse aquele povo dos livros de História da Bahia que aprendi nos meus primeiros anos de escola dos tempos da Revolução Liberal dos Portos, da Conjuração Baiana e tantas outras...
Que a Praça da Piedade seja um novo palco de confronto entre o regime autoritário e ilegitimo e legalistas do dia 12 de novembro de 1821.

A indiferença popular é o fertilizante para a prevalência dos interesses de poucos sobre os interesses da coletividade.

E neste ínterim o presidente golpista interino, Michel Temer, usa de ardil e convida todos os ex-presidentes da República para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
O PT que errou tanto com suas alianças esdruxulas é bem capaz de aceitar este convite malicioso que tem um só objetivo:
- Quando a sonora vaia for dirigida ao camarote das autoridades brasileiras com a presença de Lula e Dilma vai servir para confundir os assistentes no local ou pela televisão para quem, de fato, as vaias estarão sendo dirigidas para Lula, Dilma ou Temer?
Em situações de guerra se procura dividir os inimigos para poder conquistá-los mas na política os reúne para confundir.


José Carvalho, Salvador, junho de 2016.




quarta-feira, 1 de junho de 2016

O PGR RODRIGO JANOT SERIA O SENHOR JANÓ DESCRITO PELO SENADOR COLLOR DE MELLO?

Em conversas de áudios gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado -  diálogos ocorrido entre ele, o senador Romero Jucá, o presidente do senado Renan Calheiros e o ex-presidente José Sarney nas ocasiões em que o nome do procurador-geral da República Rodrigo Janot era citado, a sua citação era acompanhada dos adjetivos mau caráter, cínico ou sórdido.

Diante da seletividade da Operação Lava Jato e das ações tendenciosas do senhor Rodrigo Janot, procurador-geral da República, leva qualquer pessoa sensata a refletir se o senhor "Janó" como dito pelo senador Collor de Mello usa o seu cargo, de fato, para se homiziar.

José Carvalho, Salvador, junho de 2016.

domingo, 29 de maio de 2016

Glenn Greenwald, o jornalista americano que está fazendo o golpe de estado retroceder no Brasil.

"Nunca antes no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos"
Winston Churchill
Foi a partir das suas denuncias contra a parcialidade e o engajamento político da grande mídia corporativa brasileira nas mãos de 9 famílias apenas que a opinião pública internacional tomou ciência o que ocorria no Brasil não era um processo democrático para subverter a vontade soberana do povo através de um processo de impeachment constitucionalmente legal mas uma conspiração com o objetivo de mudança da liderança executiva do país para impedir que a maior operação de investigação contra a corrupção e a lavagem de dinheiro, a Lava Jato, prosperasse em seus objetivos. 
Suas reportagens correram mundo afora afirmando o que ocorria no Brasil era, de fato, um golpe de estado.
E sem a opinião publica internacional favorável qualquer golpe estará fadado ao fracasso, exceto, se os golpistas preferirem o isolamento internacional diante das principais potências mundiais que em um mundo globalizado nada mais é que um suicídio político e econômico.
Por isso o PIG de supetão mudou de opinião e já articula o golpe no golpe mas estamos atentos a sua repentina mudança de ponto de vista.
José Carvalho, Salvador, maio de 2016.

sábado, 28 de maio de 2016

A TEORIA DO DOMÍNIO DO FATO APLICADA CONTRA O STF.

O processo de impeachment em curso contra a presidenta Dilma Rousseff  é essencialmente político e apoiado em uma frágil e insustentável base jurídica com o intuito de validar o golpe contra a democracia brasileira.

Haja vista que, o governo  apresentou sua defesa no final de julho de 2015, em um documento de cerca de 100 páginas. 

Os principais argumentos são: 

(i) as pedaladas fiscais já haviam sido praticadas por governos anteriores, mais especificamente nos anos de 2000 e 2001; 

(ii) 17 governos estaduais também se utilizaram das pedaladas nos últimos anos, o que abriria precedente para que vários governadores sofram impeachment também; 

(iii) os repasses não podem ser considerados como um empréstimo, e sim uma prestação de serviço para pagamento de benefícios sociais. 

Assim, o governo não pode ser condenado de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, e nem Dilma poderia, por isso, ser acusada de cometer um crime de responsabilidade. 

Ou seja, de acordo com esse entendimento, o processo de impeachment não seria viável por causa das pedaladas. 

Se não há a prática de crime de responsabilidade fiscal por que, então, ignorar a reconhecida jurisprudência sobre o tema?

Por isso a presidenta afastada insiste em chamar de golpe o seu impedimento do poder Executivo Federal.

Se é golpe tem que haver autores e participes deste crime contra a democracia - Quanto aos seus autores isto não restam duvidas, até porque, são estes o  vice-presidente da República Michel Temer e o seu partido, o PMDB, bem como, os partidos derrotados nas ultimas eleições de outubro de 2014 e os donos do grande capital.

Para se chegar a um dos participes que ajudaram a subverter a democracia no Brasil é preciso fazer uma inversão da Teoria do Domínio do Fato de Claus Roxin que visa determinar ou identificar os autores de um crime, contudo, como os autores já são conhecidos a teoria do penalista mundial vai ser usada para identificar o papel de um dos participes da engenharia do golpe - no caso específico, o STF.

A começar pelo silêncio obsequioso da Suprema Corte sobre os  mandos e desmandos do presidente da Câmara dos Deputados Federais Eduardo Cunha, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia feito um pedido de afastamento de Cunha em dezembro do ano passado. Tal pedido foi esquecido, ou simplesmente ignorado, por quase seis meses, longo período em que o STF tinha pautas mais urgentes a serem tratadas, tal como a proibição ou não da entrada de pipocas nas salas de cinema.

Neste ínterim o presidente da Câmara apesar de todos os doleiros delatores da Lava jato - 100% deles -  terem citado o seu nome no pagamento de propina este continuou livre, leve e solto para abusar das manobras regimentais e influência parlamentar para levar a cabo o processo de impeachment presidencial e se desenvincilhar do seu processo de cassação do mandato parlamentar de deputado federal.

Assim sendo, ficava claro que o poluto Eduardo Cunha era uma peça muito importante na engrenagem do golpe por ter sob o seu comando direto mais de 200 deputados federais. 

Com a aprovação do processo de impeachment pela Câmara e a sua admissibilidade pelo Senado Federal era preciso tirar o bode da sala a fim de não criar óbices para o presidente interino e, assim, no dia 05 de maio o STF faz um providencial afastamento do deputado Eduardo Cunha.

Desta forma, o afastamento de Cunha não passa de uma tentativa de manipulação da opinião pública, o que é mais uma arbitrariedade do STF, que segue tomando conta completamente do Congresso Nacional e cumprindo cada vez mais claramente seu papel de pilar fundamental para a consolidação do golpe de Estado no país.


Como escreveu Paulo Nogueira no site Diário do Centro do Mundo, “O Supremo de 1964 abençoou o golpe militar. O Supremo de 2016 fez, na prática, o mesmo. É tarde demais para alterar essa doída realidade.”
Consumado o afastamento da presidenta legitimamente eleita era preciso cumprir os acordos assumidos com os rentistas nacionais e transnacionais, porém, o inesperado acontece e áudios de gravações de conversas entre o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machados e importantes caciques do PMDB como Romero Jucá, Renan Calheiros e o ex-presidente José Sarney deixa claro que o golpe era golpe e não uma teoria da conspiração e que o seu principal objetivo era barrar a Operação Lava Jato que investiga crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no país. 
Então qual seria o interesse do STF neste processo?
Seria o de ter um aumento de salário astronômico para os mais altos salários da República como pediu o presidente do STF Ricardo Lewandowskia ao senador Renan Calheiros?
É só lembrar de um fato ocorrido no dia 25 de março de 2016 e divulgado pelo JB onde um interlocutor da Odebrecht consultado pela colunista Mônica Bergamo diz que o comunicado da Odebrecht, fala que o grupo está disposto a fazer colaboração "definitiva" com a Justiça, teria uma segunda leitura, dizer que a casa "caiu". 
A lista com mais de 300 nomes de políticos e de 20 partidos que está com a Lava Jato poderia atingir não apenas quase toda a política brasileira, mas, também, setores do Judiciário, da diplomacia, dos militares e do Ministério Público - lista que o juiz Sérgio Moro mandou jogar concreto em cima dela e nunca mais se falou sobre isso.
Como o fugaz ex-ministro do Planejamento Romero Jucá havia revelado nas gravações entre ele e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o golpe cumpriria uma missão, uma finalidade que era o de barrar a Lava Jato e em face da lista da Odebrecht envolvendo figuras do judiciário não foi difícil para o STF encampar o golpe como o fez em 1964.

Como afirmou o senador paranaense Roberto Requião "...o STF não é feito de deuses..." (sic) e a figura mais abjeta da Suprema Corte Brasileira tem nome e sobrenome, Gilmar Mendes, cujo qual o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa se referiu como sendo uma excrescência do judiciário - lembrando,também, que o juiz que acumula os cargos eletivos de deputado federal e senador da República de modo oficioso é da época do PGR Geraldo Brindeiro mais conhecido como engavetador-geral da República, Gilmar Mendes e Geraldo Brindeiro formavam um "par deux" para obstruir a justiça e, assim, impedir qualquer avanço nas investigações contra os maus feitos do governo FHC.
Com suas digitais, material para leitura do DNA entre outras provas circunstanciais deixadas na cena do crime fazem do STF um cúmplice ativo do golpe contra  a vontade soberana do povo.
José Carvalho, Salvador, maio de 2016.

Fontes:
- Politize;
- ConJur;
- Jornal do Brasil;
- Diário da Causa Operária.




sábado, 21 de maio de 2016

SEM AJUDA EXTERNA O GOLPE VAI VINGAR.

No ultimo encontro sobre técnicas de enfrentamento ao golpe jurídico-político-parlamentar e midiático ocorrido no auditório da Faculdade de Arquitetura da UFBA no inicio deste mês, a deputada Alice Portugal do PC do B afirmava na oportunidade que embora a ditadura militar no Brasil tenha sido a que menos matou na América Latina foi, contudo, a que mais agiu no subconsciente da população a fim de produzir uma sociedade passiva e sem resistência através das suas propagandas destinadas a quebrar e dobrar o espírito combativo do brasileiro.
Por isso, hoje, assistimos ao assalto do poder executivo da República e ao estado democrático de direito de um governo legitimamente com o mínimo de resistência do povo brasileiro.
Para ilustrar a assertiva da deputada Alice Portugal relato a minha experiência no bandeiraço ocorrido no  mês de março deste ano, onde vociferava:
- Não vai ter golpe, vai ter luta!
No instante em que fui admoestado por um militante "bufa-fria" que dizia:
- Não, não é assim.... É assim:
- Não vai ter golpe, vai ter Lula.
E no ato retruquei:
- Não, vai ter luta mesmo!
Em outra oportunidade foi um grupo anti-golpe de São Paulo no Twitter que me perguntava como deveria ser o enfrentamento contra os golpistas quando falei em uma ação mais radical este se silenciou.
Pergunto:
- Em um país com um sistema político-jurídico cheio de vícios históricos e de políticas do "faz-de-conta" a fim de manter os pobres e outras as minorias em seu status-quo de escravos conformados, sem,contudo, produzir mudanças profundas nos paradigmas da sociedade brasileira seria possível reverter esta situação através da política?
Só uma revolução popular para romper e quebrar todas as correntes que têm mantido o povo na senzala do conformismo e do pensamento subserviente do marechal Costa e Silva que os pobres devem ser gratos os ricos.
José Carvalho, Salvador, maio de 2016.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O POVO BRASILEIRO SE POLITIZOU OU CONTINUA SENDO O MESMO POVO INSUFLADO PELA GRANDE MÍDIA CORPORATIVA?

Atualmente se tem dito que o povo brasileiro  passou a se interessar por política em razão de sair às ruas em protesto e de participar de discussões politicas através das redes socais e em conversa entre amigos.

Contudo, sem ser preciso  um olhar atento para esta questão é fácil perceber que este argumento é falso,  o que se pode concluir deste fato é que muitos dos ditos "politizados" não têm consciência politica alguma a fim de tirar o véu das relações de poder, dominação e influência do nosso sistema político e social do qual este se insere.

Na verdade e, precisamente. o que se pode perceber são pessoas cheias de bazófia sem a mínima condição de irem além daquilo    que âncoras de telejornais, do rádio ou manchetes de jornais ou revistas lhes noticiam sobre algum fato -  apenas  noticiam sem a preocupação de informar.

Por isso é bastante recorrente você questionar dos  chamados "coxinhas" o aprofundamento de determinados temas políticos e os ditos "politizados" não conseguem ir além das manipulações midiática - simplesmente sofrem um bug mental, apagam.

São meros reverberadores das pautas editoriais da grande mídia hegemônica do país, seguidores do senso comum sob o efeito manda causado pelos apelos das manipulações midiática que trata o povo brasileiro como gado.

A partir daí é possível entender o porquê dos pobres defenderem ricos no Brasil, veem  seus direitos trabalhistas e sociais sendo solapados a olhos vistos pelo atual governo interino e o seu posicionamento é passivo e sem resistência diante dos ataques sofridos.

Não percebem que algo está errado, não fazem cognições entre o impedimento do ex-presidente Lula para ocupar a pasta da Casa Civil da Presidência da República que naquele momento nem investigado era pelo STF, vem  o atual governo e nomeia 7 ministros investigados pela Suprema Corte do país e um líder de governo no Congresso em que pesa sobre ele crime de sangue, assassinato, um ministro da justiça com 36 processos nas costas e um presidente interino citado várias vezes na maior operação de combate a corrupção e lavagem de dinheiro do Brasil, a Operação Lava Jato,   e não se dão conta destas contradições é como se esperassem um "start" da "Mãe de Todas As Manipulações no Brasil", a Rede Globo de Televisão, para receberem a instrução subliminar de  como deverão se indignar. 

Sendo, assim, é falacioso, um sofisma dizer que o povo brasileiro passou a se politizar quando na verdade continuam sendo os mesmos objetos e marionetes nas mãos da inescrupulosa  grande mídia brasileira. 

José Carvalho, Salvador, maio de 2016.