segunda-feira, 14 de setembro de 2015

OU MUDA OU SAI.

Se o governo da presidenta Dilma Rousseff não mudar a atual conjuntura econômica - não falo da politica - que devolva a esperança as famílias, aos trabalhadores e quem produz riquezas dificilmente ela chegará até o final do ano no poder.

E o problema não é abreviar o mandato da presidenta é como se dará a sua saída, dificilmente será um processo de ruptura harmonioso e democrático - pode se repetir 64 com lutas pontuais de guerrilha país afora.

Um governo enfraquecido é um crime contra os pobres e,ainda mais, quando quem governa acha que não pode fazer diferente do que tem sido feito até então.

Já dizia Einstein:

"O impossível existe até que alguém duvide dele e prove o contrário".

O golpe de 64 forjou o que há de pior em um povo, a passividade e a falta de resistência.
Uma nação em que as pessoas pouco leem e quando o fazem dificilmente entendem o texto, por isso a predileção pelas informações prontas dos telejornais e rádios.

Esse foi outro erro do PT deixar de por em prática a "Lei de Meios"  

Mídia que traz a mente do povo cativa como gado, as informações e notícia e a sua interpretação chegam aos ouvidos prontas, sem a necessidade de raciocinar apenas se reverbera o que viu ou ouviu através da grande mídia.

O brasileiro tem dois pais, o pai e a mãe biológico, e os pais bastardos, a Rede Globo e a Revista Veja que incute na mente de grande parte dos brasileiros o seu modo "editorial" de pensar.

O ano de 2015 vai ser um ano perdido e o que não pode é a presidenta antecipar 2016 com mau agouro, com mais recessão e empobrecimento do país.


Quando o povo tomar conhecimento que o poder pertence a ele e não quem ocupa cargo eletivo as coisas vão mudar de verdade neste país.

Por isso entra governo, sai governo e o pobre só muda de dono...
Se outro entrar no lugar da presidenta - e espero que seja da esquerda, e que seja, porque será melhor para a base da pirâmide social - vai provar que é possível fazer diferente de duto que tem sido feito pelo Cavalo de Troia que a presidenta trouxe para o seu governo para detonar a já combalida Contas Nacionais, o ministro Joaquim Levy.

José Carvalho, Salvador, setembro de 2015.