terça-feira, 21 de abril de 2015

SÉRGIO MORO & JOAQUIM BARBOSA, O ZORRO E O BATMAN A SERVIÇO DA INJUSTIÇA.

Já dizia o primeiro-ministro francês François Guizot no século XVIII:

" Quando a política entra no recinto dos tribunais, a justiça se retira por outra"

E quando a justiça sai, a injustiça entra.

O grande jurista baiano, Rui Barbosa, afirmava:

"A injustiça revolta-me, transmuda-me, incendeia-me, roubando-me a tranquilidade e a estima pela vida."

É praticamente impossível deixar de perceber a parcialidade de parte do nosso judiciário na condução de processos de justiça de cunho político que envolvam o Partido dos Trabalhadores contaminados de pré-julgamentos, em flagrante desrespeito a uma cláusula pétrea da justiça sobre o principio da imparcialidade, até porque, justiça é o respeito à igualdade de todos os cidadãos.

Não estou aqui pedindo que se solte Barrabás mas que se cumpra a lei e que se dê aos réus o direito a ampla defesa, ao contraditório em um julgamento justo e sem vícios e, acima de tudo, imparcial.

Há uma sabedoria popular que diz:

No Brasil, dizem que tem "lei que pega" e "lei que não pega"

A Constituição, por exemplo, não pegou.

Haja vista que, os senhores Sérgio Moro e Joaquim Barbosa não se sentem ou se sentiram constrangidos ou envergonhados em usarem balanças viciadas para pesar os réus da AP 470 e da Operação Lava Jato a fim de preservar àqueles que mais se identificam politico e ideologicamente com os seus interesses particulares.

Como suas manobras,cerceamentos e parcialidades tentaram e tentam impor na mente do brasileiro mediano o sofisma de que são baluartes ou defensores poderosos da Lei.

Ledo engano, com a sua "Fiat justitia ruat caelum", justiça ainda que o céu caia, querem provocar o caos no país e,assim, acelerarem um golpe branco engendrado já há algum tempo para retirar o PT do poder.

Em todos os processos de investigação de escândalos dos últimos 13 anos foram encontrado nas cenas dos crimes DNA dos tucanos, contudo, o tratamento dispensado para os psdbistas envolvidos é de "amicus curiae", amigos da corte.

Não se investiga com profundidade, se arquiva, se anula todo tipo de provas e processos daqueles que estão acima da Lei. 

In verbis, nestas palavras.

José Carvalho, Salvador, abril de 2015.